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sábado, 9 de abril de 2011

Lista de Assassinados/Mortos


Death Note tem uma lista longa de mortos. 

Se eu tiver esquecido de algum comentem tá?


 1° Morte
Nome: Otoharada Kurou
Causa da Morte: Ataque Cardíaco
Detalhes: Estava fazendo uma escola inteira de refém.
Assassino: Kira (Yagami Raito)
Motivo: Raito usou para testar se o death note realmente era real.
2° Morte

Nome: Shibuimaru Takuo
Causa da Morte: Acidente de carro
Assassino: Kira (Yagami Raito)
Motivo: Raito estava testando o Death Note mais uma vez especificando morte acidental, quando viu este Takuo, acompanhando de mais 2 rapazes, tentando estuprar uma jovem, Raito escreveu seu nome rapidamente. Takuo é atropelado por um caminhão, sendo destroçado junto a sua moto.
3° Morte

Nome: Lind L. Tailor
Causa da Morte: Ataque Cardíaco
Assassino: Kira (Yagami Raito)
Motivo: Se denominou L, um detetive do qual fez ameaças em um programa ao vivo, desafiando Raito, que sem pensar o matou simultaneamente. Obviamente essa pessoa não era L, que fez isso apenas para saber se Kira (Yagami Raito), poderia matar mesmo estando longe da vítima, e se ele se localizava no Japão. Esse rapaz era um condenado a morte.
4° Morte

Nome: Nambarakai Keijuu, Nishida Kyuu, Masanaka Fumitetsu
Causa da Morte: Todos mortos por ataques cardíacos
Detalhes: Kira tentou fazer coisas impossíveis, como fazê-los morrer em Paris ou algo do tipo, então só morreram de ataque cardíaco.
Assassino: Kira (Yagami Raito)
Motivo: Estes foram mortos para que Raito tivesse certeza de quanto ele poderia controlar suas vitimas antes da morte.

  5ª Morte: 
Nome: Shirami Misaaki
Causa: Ataque cardíaco
Detalhe: Cortou os próprios dedos e desenhou um pentagrama com sangue.
Assassino: Kira (Raito Yagami)
Motivo: Kira queria saber o quanto poderia manipular sua vítima antes da morte.

6ª Morte:

Nome:Osabuyoshi Seta
Causa: Ataque cardíaco
Detalhe: Morreu após fugir da prisão 
Assassino: Kira(Raito Yagami)
Motivo: O mesmo de Shirami Misaaki
7ªMorte: 
Nome:Matsuhiro Nakaokaji
Causa: Hemorragia
Detalhes:Morreu após entrar numa loja de conveniência com uma faca enfiada no estômago.
Assassino: Kira (Raito Yagami)
Motivo: O mesmo de Shirami Misaaki
8ª Morte: 
Nome: Yadanaka
Causa: Ataque cardíaco
Detalhe: Morreu após escrever um bilhete enigmático, despertando a curiosidade e o raciocínio do detetive L.
Assassino: Kira (Raito Yagami)
Motivo: O Mesmo de Misaaki
9° Morte

Nome: Osoreda Kiichiro
Causa da Morte: Atropelamento
Assassino: Kira (Yagami Raito)
Motivo: Raito planejou uma forma, com que ele pudesse ver o Nome de Penber. Assim, usou-o
10° Morte

Nome: Raye Penber
Causa da Morte: Ataque cardíaco
Detalhes:Raito consegue encurralar Penber na estação de trem, o obriga a passar a lista dos 12 agentes do FBI que estão no Japão, à lista contem os Nomes "Halley Belle, Raye Penber, Atire Weekwood, Freddie Guntair, Lian Zapack, Ale Funderam, Knick Staek, Bess Sekllet, Frigde Copen", após pegá-la, Raito escreve o Nome de Penber no Death Note, e o mata com um Ataque Cardíaco.
Assassino: Kira (Yagami Raito)
Motivo: Penber teve a missão de investigar Yagami Raito. Raito então decide se livrar dele, mas antes disso ele pega a informação dos agentes do FBI.
 11° Morte
Nomes: Halley Belle, Atire Weekwood, Freddie Guntair, Lian Zapack, Ale Funderam, Knick Staek, Bess Sekllet, Frigde Copen
Causa: Ataque cardíaco
Detalhes: Raye Penber é obrigado a escrever o nome de todos estes agentes do FBI.
Assassino: Raye Penber
Motivo: Ameaça por Kira

12ª Morte

Nome: Misora Naomi
Causa da Morte: Supostamente Suicídio, enforcamento
Assassino: Kira (Yagami Raito)
Motivo: Tentar falar para a equipe de investigação sobre Raye Penbar (seu noivo) e sua opinião de que Kira pode controlar suas vítimas antes de sua morte. Infelizmente encontra-se com Raito, que pensa que ela poderia ser uma ameaça e então decide matá-la.
 13ª e 14ª Morte
Nome: L / Ryuzaki - Watari
Causa da Morte: Parada Cardíaca
Assassino: Shinigami Remu (também morreu após este ato)
Motivo: satisfazer a vontade de Raito, e aumentar o tempo de vida de Misa Amane
15ª Morte:
Nome: Wedy
Causa da morte: Acidente de moto
Detalhes: Estava perseguindo um suspeito quando bateu em um onibus/caminhão
Assassino: Kira (Raito Yagami)
Motivo: Wedy sabia das suspeitas de L.

16ª Morte: 
Nome: Aiber
Causa da morte: Fatalidade
Assassino: Kira (Raito Yagami)
Motivo: Aiber também sabia demais.

17ª Morte
Nome: Soichiro Yagami
Causa da Morte: Ferimentos graves provocados por uma explosão
Detalhes: Perseguindo Mello, Soichiro encurrala-o e tenta convencê-lo a se entregar. Mello não se entrega e uma bomba explode, levando uma parte da pele o rosto de Mello junto.
Motivo: Justiça

(Supostamente)18ª Morte:
Nome: Matt
Causa da Morte: Supostamente Ferimentos feitos por tiros
Detalhes: Matt foi encurralado enquanto fugia após ajudar indiretamente Mello a raptar Takada.
Motivo: Ele não iria falar onde ela estava

19ª Morte
Nome: M/Mello
Causa da Morte: Parada cardíaca
Assassina: Takada Kiyomi
Motivo: Mello havia sequestrado-a e pretendia arrancar-lhe informações valiosas sobre Kira.
20ª Morte: 
Nome: Takada Kiyomi
Causa a Morte: Suicídio/Ataque cardíaco
Detalhes:Raito e Mikami escrevem a causa da morte de Takada ao mesmo tempo, entretanto Raito coloca alguns minutos a menos que Mikami.Takada queima-se junto com os restos do Death Note que trazia consigo e o corpo de Mello.
Assassinos: Raito/Mikami
Motivo: Acabar com as provas.
21ª Morte:
Nome: Mikami Teru (anime)
Causa da Morte: Suicídio
Detalhes: Ao ver seu Deus encurralado, Mikami numa tentativa desesperada de ajudar Raito a fugir, enfia a propria caneta em seu pescoço.
Motivo: Salvar Seu Deus.
Assassino: --

22ª Morte:
 
Nome: Raito Yagami
Causa da Morte: Ataque cardíaco
Detalhes: É o fim dos tempos novos. 
Assassino: Shinigami Ryuuk
Motivo: Fim da expectativa de vida de Raito
23ª Morte:
Nome: Misa Amane (implícito no anime)
Causa da Morte: Suicídio
Detalhes:
Após saber da morte de Raito, Misa decide que não faz sentido viver.
Assassino:--
Motivo: Fim da expectativa de vida de Raito.


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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Another Note: Capítulo VI

Falha
22 de Agosto.
Ainda que Misora e Luxaky houvessem resolvido o enigma do tempo, 6h15min50s, não sabe se é AM ou PM. Procurou a terceira vítima, mas não conseguiu encontrar o tempo exato. O rapaz diz que já que tem a maior parte das informações, o resto não importa.
Passam a tentar descobrir se há alguma pista do local em que possa acontecer o quarto assassinato. Luxaky descobre primeiro, usando o numero 061550 no MLS6, descobrindo o condomínio residencial em Pasadena7.  O complexo tem aproximadamente 200 apartamentos, e no número 1313 há uma mulher chamada Blackberry Brown.
1313 e BB.
Porém Luxaky não se sente contente com a informação, sabendo que há outro BB no mesmo condomínio. No apartamento de número 404, habita um só homem chamado Bruce Babysplit.
Misora faz as contas, e não se surpreende em constatar que em um condomínio com 200 apartamentos, com 400 a 500 habitantes havia apenas duas pessoas com as iniciais BB.
A agente acredita que a vitima seguinte estará no apartamento 1313, mas Luxaky contesta. Misora explica que mesmo que haja o apartamento 404, e 4 = 1+3; o assassinato ocorrerá no de número 13 (o que significa má sorte para os dois). Porém, o rapaz novamente diz não estar de acordo, e retorna a seqüência numérica dos dias: 9, 4, 9, 9. Há um sistema de 9+4(13), assim que o 404 – ignorando o zero, completa a seqüência de 13 dias.
A partir de tal ponto de vista, a mulher flexiona, passando a duvidar que possa ser o quarto 404 o correto.
Não conseguem chegar a uma conclusão juntos, e Luxaky sugere que devem se dividir.
Cada qual terá que observar um quarto: Naomi Misora o de número 1313, e Luxaky o de número 404.
Luxaky propõe que durante os dias seguintes, passem a habitar os apartamentos até que encontrem os donos. Porém, não dirão aos demais habitantes para não criar pânico.
Misora pergunta se não é melhor que saibam a verdade, mas o rapaz diz que o mais importante é viver.
Pagaram aos inquilinos de ambos os apartamentos – Misora usando o dinheiro enviado por L, e Luxaky de seu suposto patrão - colocando-os em um luxuoso hotel.
A agente diz querer a ajuda da polícia, mas o rapaz se nega, alegando que está 99% seguro de que terão que atuar por eles mesmos. Ela ainda pensa em pedir ajuda a Raye, mas decide rapidamente que não é necessário.
Ela diz que Luxaky pode não ter um físico para enfrentar o assassino, mas o próprio diz ter força o suficiente, e que ela não se preocupe, pois estará bem.
“E acredito que a senhorita também estará bem, já que tem habilidades com a capoeira.”
Pergunta se ela poderá utilizar uma arma, mas Naomi diz que não, e que também não possui uma. Luxaky diz que tem uma arma, e pede que ela a pegue.
Ela deve usá-la.
Naomi Misora permanece uma noite em um hotel do lado Oeste, falando com L e recebendo uma quantia em dinheiro. L diz a ela que está contando com seus serviços, e pede que prenda o culpado. Ele enviará uma equipe ao redor da área, dando segurança a ela.
O contato termina um pouco mais da meia-noite do dia 21 de Agosto.
A agente tenta dormir, porém, vem em sua mente – quando disse a Luxaky sobre suas habilidades com a capoeira?
Mello introduz um pouco mais sobre Beyond Birthday e seus naturais olhos de shinigami.
Ninguém sabe como os conseguiu. Não foi através de um deus da morte ignorante, que deixou cair seu Death Note, e dificilmente, um que tenha deixado cair seu globo ocular (são reflexões de Mello). Ele também nota que se for trocado B por 13, 13 é a carta da morte em um baralho de tarô.
A seguir, Mello descreve porque Naomi Misora estava de licença, e porque relutou em aceitar a arma de Luxaky. A razão é devido a um erro cometido em uma investigação de drogas, na qual ela e sua equipe estavam trabalhando arduamente por meses. Ainda que Misora não necessitasse carregar uma arma, havia sido orientada a empunhar uma. E quando chegou o momento da apreensão, ela não conseguiu atirar em um garoto de 13 anos, indiciado como um dos culpados. Ao final, o caso acabou falhando, e Naomi acabou dando um tempo em seu trabalho.
E ela tão pouco sabia o porquê de não resolver o caso. Relembrou o rosto do garoto e associou com algo assombroso; e a certeza de que ele era um dos traficantes.
Passa a se perguntar o que aconteceria se o caso BB tivesse como assassino um garoto.
Quarto 1313.
O apartamento de Blackberry Brown é um ambiente um quanto tanto que normal, porém, a agente se assegura que a arma esteja engatilhada. Luxaky está nove andares abaixo, no quarto 404, e ela sente-se preocupada por ele (por parecer um rapaz franzino); mas logo muda de idéia, pois tem a plena certeza de que o tal B virá ao 1313 para atacá-la – já que está trabalhando com L.
Olha o relógio digital na parede, 9 horas AM.
Mínimos 15 horas a mais, e ela não pode sequer comer, dormir ou utilizar o banheiro – tem que estar em ataque.
Liga para L e diz que nada ocorreu até agora. Ele recorda que há reforços nos andares, e há dois deles no piso em que ela está. E se surpreende ao saber que um é ladrão, e o outro falsário, e que ambos estão observando o quarto (O mais provável que sejam Wedy e Aiber). Quando L está para desligar, Misora pergunta rapidamente:
“Você conhece o B, não é?”
A mulher chegou a essa conclusão devido às letras de seus nomes, e o pedido exagerado de L para prender o assassino a todo custo. O detetive admite que conhece B, e ainda pede que ela guarde isso como um grande segredo.
Nenhuma autoridade sabe sobre esta conexão e nunca fora algo para Naomi Misora descobrir. Ele também admite que mesmo não conhecendo o assassino diretamente, sabe sobre ele, e que não pode perdoar nenhum assassino – já que seu único interesse é a justiça. A mulher parece entender, e diz que voltará a esperar.
Neste momento, a agente decide voltar ao FBI.
Naomi Misora senta-se do modo singular de Luxaky, e repassa cada detalhe do caso em sua mente. QQ, BB, as mensagens, como Quarter Queen era provavelmente a única QQ em Los Angeles, o desafio, etc. E no mesmo instante, percebe que em todo o caso havia sido uma marionete nas mãos de Luxaky.
Grita em frustração e dispara em direção ao corredor, empunhando a arma. Desce correndo pelas escadas (pulando de 3 a 4 degraus).
Quando comprova estar no quarto andar, procura exasperada o quarto 414 que está a sua direita; uma mulher grita ao ver a arma na mão de Misora – a agente sequer se intimida, e corre a porta de número 404.
Naomi entra no apartamento, e começa a chamar Luxaky. O apartamento possui três portas, e uma delas está travada com um cadeado (a mulher utiliza a sua arma para arrombá-lo), com o ombro destrava a madeira, e o primeiro que vê é o boneco de palha, e logo depois; o corpo de alguém em chamas - Luxaky Lee.
Sente o odor de gasolina em todo o ambiente, e vê que os controladores de incêndio estão destruídos juntamente com o detector de fumaça. Corre até o corredor em busca de um extintor, mas é com uma capa branca que controla o incêndio.
A mulher grita por Luxaky – acreditando que ele está morto, mas escuta o rapaz fazer alguns ruídos. Ele está vivo. A mulher que havia se assustado ao ver a arma, vem até a porta e pergunta se está tudo bem. Naomi responde que é do FBI, e que ela chame a polícia/corpo de bombeiros/ambulância. A mulher não faz nada além de observar.
Percebe então que é uma ajudante enviada por L.
Cuidadosamente, se dirige a Luxaky para checar o pulso. Constata o quão débil esta, e que não há tempo para perder. Põe as algemas no corpo frágil, e diz com toda a clareza:
“O culpado do caso do assassino em série de Los Angeles; BB/Beyond Birthday/Luxaky Luee foi preso.”  
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Another Note: Capítulo V

Relógio
Mencionadas as raízes de B, Mello conta como as crianças na Wammy’s House são escolhidas para suceder L, e quem são os representantes. Nenhum conhece o rosto de L, mas Wammy quis fazer cópias dele. O garoto L, o melhor ao redor do mundo.
De qualquer maneira, Wammy não quis terminar com L, e buscava alguém com alguma possibilidade, e os mais próximos seriam Mello e Near. Eles também foram crianças prodígios já que A cometeu suicídio e B correu para longe.
B era muito reservado. B nunca quis ser L, mas sim roubá-lo.
A geração de B fora do tipo teste. E Mello e Near, foram a quarta geração.
Mello acredita que Beyond Birthday pensava como L, mas B não podia ser como L.
Assim como era a existência do original, uma cópia sempre será uma cópia.
Los Angeles BB Cases, o Caso do Assassino em Série.
L.A.B.B.
L está depois de B, no alfabeto.
Mello se preocupa como B matou tanta gente inocente, e tudo que ele fez para conhecer L. Quem sabe, tudo o que queria era saber quem era L. E ele pode ver o nome de L e seu tempo de vida.
Então, ao final, foi uma batalha entre grandes mentes, entre L e B; melhor detetive versos o melhor criminoso. Beyond Birthday desafiou L, e L aceitou o desafio.
Também menciona que os inocentes do caso, ou qualquer outra vitima de B morreriam de qualquer maneira.
E somente Naomi Misora era a verdadeira inocente no caso.
Beyond Birthday ri mais uma vez, e começa a andar.
Luxaky chega à terceira cena do crime, passando das 3h da tarde. Está de acordo com tudo que Naomi disse.
Na verdade, Luxaky não pronunciou nenhuma desculpa, e nenhum perdão sincero por chegar uma hora mais tarde. O rapaz passa a andar por todas as partes, e Misora segue irritada, ainda depois de três dias. Ela diz a Luxaky que o quarto assassinato será feito no dia 22 de Agosto.
Ele pergunta o porquê, mas Naomi não tem a resposta, e nem sequer havia pensado sobre isso. Mente, dizendo que havia chegado a tal conclusão.
Menciona que o assassino limpou todas as impressões digitais, mas não limpou o sangue.
Discutem as pistas das outras cenas, e a arma desaparecida. Observam as fotos do terceiro assassinato, e com o corpo estendido, lembra uma águia – menos os membros que faltam.
Luxaky diz que precisam inspecionar todo o local com atenção e precisão, e pergunta outra vez, porque Misora acredita que o quarto assassinato ocorrerá no dia 22 de Agosto. Isso resulta em uma longa explicação de dados, números e a letra B.
Naomi Misora explica que o terceiro crime ocorreu no dia 13, assim que juntando o número, forma um B. Luxaky diz que isso não tem nada a ver com 22, e ela faz referência com o primeiro crime do dia 31 de Julho, 3 + 1; e o 22, pode se converter em 2 + 2; então 3 + 1, pode-se ler B. Com tais importantes e lógicos dados, o 22, o 31, o 4 e o 13, são equivalentes a 13/B, e a importância de que a primeira cena do crime comece com quatro bonecos de palha.
Mas, Luxaky vê erros no raciocínio.
Começaram a discutir sobre os kanjis dos números, mas ao final, decidem que a data 22 de Agosto é a correta.
Passam a falar que talvez, a vítima comece com QQ.
Mas, Naomi esta convencida de que a vitima seguinte comece com BB, já que L disse que o assassino era B.
Ela menciona que o criminoso, tem a inicial do nome com B, devido aos dados coletados. E Luxaky concorda; 99% de possibilidade em ser a dedução correta.
Desde que as vítimas tenham as iniciais BB, se deduz que o criminoso possua também as iniciais BB. Logo, voltam a discutir se é uma situação de vitória ou derrota, já que isso é uma briga.
Mello passa a descrever os tipos de casos que L aceitava.
Deveriam ser mais de dez vítimas, ou teria que envolver uma figura milionária.
No caso de BB, L venceu sua própria cópia.
Ele descreve como o paradeiro de B foi desconhecido desde o Maio deste ano, e L procurava vários casos ao redor do mundo, para ver se encontrava algum rastro, para encontrar com B.
L é o objetivo de todos da Wammy House.
E isso é passar o objetivo.
Para superá-lo.
Para triturá-lo.
É o mesmo, para M, para N, para B.
M como desafiador, N como sucessor e B como criminoso.
Voltando à casa de Backyhard.
Misora faz uma pausa para buscar um café na cozinha, no primeiro andar.
Com uma dose normal de açúcar em duas taças, ela leva uma bandeja até o quarto, e utiliza a fivela do cinto para abrir a porta, já que as mãos estão ocupadas.
Surpreende-se ao ver Luxaky deitado no chão, como se fosse uma águia estendida. O que faria com uma criança daquele tamanho? Tenta falar com ele, mas ele responde que é um cadáver.
Naomi Misora não o entende.
“Sou um cadáver. Não posso responder, como um cadáver.”
Começara entender as razões de Luxaky; não se sente totalmente segura, mas isso ocorreu quando abriu a porta, e viu o rapaz estendido no solo. Pensou em tudo que havia no ambiente, e o que mais lhe chamou a atenção foi um prego, onde o boneco de palha fora cravado.
Imagina que, se o boneco estivesse na parede, isso teria sido a primeira coisa que havia olhado; não Luxaky.
Salta por cima de Luxaky com a bandeja, mas acidentalmente pisa no estômago do rapaz, com o grande tamanho de sua bota. Pede desculpas, e vai até a mesa olhar as informações da cena do crime.
Luxaky se arrasta até ela e pergunta qual é o problema. Ela responde que se o boneco de palha estivesse pregado na parede, seu olhar iria diretamente a ele. Observa que em todas as cenas, um dos bonecos estava em direção oposta a da porta. Mesmo depois disso, ela não pode averiguar o que significa. 
Ambos passam a discutir sobre os quartos trancados, os cadeados e travas. Luxaky imagina que ela encontrou algo, já que os bonecos de palha distrairiam a pessoa do cadáver, fazendo-a olhar para algo a mais. Se o culpado não quisesse tal objetivo, não haveria a necessidade de haver pregado os bonecos. Porém, Luxaky diz que necessitam realmente encontrar a mensagem e descobrir o culpado dos assassinatos. Misora pede desculpas, por haver tomado o tempo do rapaz.
“Me desculparia, se eu pedisse que seguisse meus passos, Misora?”
“Oh, Claro que sim.”
“Está realmente de acordo? Se é assim, você não se importaria em fazer algo por mim. Não é?”
Naomi fica em dúvida, mas aceita. Luxaky pergunta se ela poderia imitar a posição de Backyard deitada no chão, assim teria algo de inspiração. Ela o faz, e pergunta se ele encontrou algo.
Luxaky responde que não.
Luxaky senta-se em uma cadeira - com os pés em cima da mesma, um sobrepujando o outro, e com os joelhos próximos ao peito; passa a beber café. Naomi imagina que o rapaz apreciou o café; porém ele apenas diz:
“EH. Esse café está muito quente! Tenho certeza que fará doer meu estômago.”
Misora pergunta sobre o primeiro caso – o qual a vítima estava nua, tinha uma mensagem escrita sobre a pele, e tivera outra roupa posta. Com a terceira vítima, ela imagina o quão complicado deve ter sido de se trocar a roupa. Discutem sobre os membros desaparecidos, e Luxaky pede para contar outro caso no qual trabalhou.
Em tal caso, haviam apunhalado a vítima no peito, e cortaram o dedo esquerdo onde estava um anel. O rapaz pergunta o que a mulher pensa sobre isso.
Ela diz que é devido ao anel, como um anel de compromisso. Logo, liga com o terceiro assassinato, porém não havia uma lógica de arrancar um braço por um anel, e Backyard era uma mulher solteira. Luxaky sugere que são algo como pulseiras.
A agente estira o braço esquerdo em direção ao teto, e em seu dedo há um anel de compromisso com Raye. Ainda não acredita que por uma pulseira – ou anel, precise e cortar um braço. Abaixa a manga, mostrando um relógio de prata, o qual ganhara de aniversário de seu noivo.
Naomi pergunta a Luxaky se Backyard era destra ou canhota. Responde que era destra.
Continua com suas idéias de que um relógio não era o objetivo, mas uma mensagem. Depois de conversar com o rapaz, percebe que a mancha de sangue marca cinco pontos (cabeça, braços e pernas). Menos os membros desaparecidos – três, faltavam um ponto com diferente longitude – Luxaky faz tal precisão.
Tal objeção faz a agente imaginar um relógio, e que cada membro representa uma seta. A cabeça marca as horas, o braço os minutos, e a perna os segundos. Levanta do chão, em busca da foto do crime, observando-a.
Deduz que a hora seja 12h45min20s. Porém, Luxaky diz que não há uma única maneira de interpretar tal hora. Dependendo de qual ângulo, poderia ser 6h15min45s, ou 3h00min35s, ou ainda, 9h30min05s.
Ela percebe o seu erro, e recorre a procurar alguma indireta no ambiente. Observa as paredes, e pergunta a Luxaky em que rumo vão as coisas. Ele diz que o rumo é necessariamente o 12.
Continua pensando sobre as paredes e bonecos palha. Bonecos, bonecos, bonecos; o que a atraem são os animais empalhados da habitação.
Luxaky afirma que calculou que a partir do número de bonecos de palha pregados, a hora exata. Ao redor do quarto há 12 animais, 9 em outra, mas somente dois e cinco nas que foram pregadas os bonecos de palha.
Mas Misora contradiz, dizendo que se os bonecos estivessem pregados ali seriam 3 e 6.
Olha a foto outra vez, e a agente declara que o tempo será 6h15min45s.
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Another Note: Capítulo IV

Shinigami
Mello descreve sobre como é difícil uma pessoa matar outra. Pois um humano é forte, e não morre facilmente, e alguém não deveria querer matar o próximo. Ainda diz como o Death Note simplifica esse raciocínio.
Beyond Birthday não foi uma pessoa concebida com a idéia de matar, porque o primeiro assassinato não foi o seu objetivo. E porque sofreu ao fazê-lo?
A verdadeira razão foi porque obteve os olhos de Shinigami 5. Assim, foi fácil encontrar pessoas com as mesmas iniciais, nome e sobrenome; ainda dentro de uma cidade como a de Los Angeles, com 20 milhões de habitantes.
Matar era natural para ele, já que sabia exatamente quando morreriam.
Ao que conhecemos, se obtêm os olhos de shinigami a partir de uma troca; e essa seria a metade da sua vida. Porém, Beyond Birthday os têm desde um começo, sabendo o nome das pessoas que nasceram, e capaz de ler a data de sua morte no mesmo instante.
Beyond Birthday obteve os olhos do shinigami Beyond Birthday na hora de seu nascimento; ou seja, o significado de seu nome (sem ser o próprio deus da morte) é além do seu aniversário.
Devido a tais poderes, foi adotado pelo orfanato Wammy’s House e se converteu no segundo garoto, conhecido como B.
19 de Agosto; 6 horas AM.
Em Prehab Storage, ao lado Oeste, segundo andar.
Beyond Birthday estava deitado na cama rindo. Sabe que Naomi Misora é os olhos, as mãos, pés e a proteção de L. Recorda de como atacou a mulher, sabia que ela não morreria naquele dia; mas muito tempo depois. Se tentava matá-la, falharia e várias outras pessoas a substituiriam. Não seria algo vantajoso. Tinha em mente que ela descobriria a mensagem secreta na terceira cena do crime, e tentaria se mover para proteger a quarta vítima. Como desejado.
Porque essa seria a verdadeira batalha, e o verdadeiro quebra-cabeça.
A batalha entre L e B. L e o quebra-cabeça de B.
Se L é um gênio, B é o melhor gênio. Se L é um miserável, B é mais miserável.
B deseja se apossar de L.
Ri naturalmente, uma risada que lembraria a de um Deus da Morte.
Olha-se em um espelho. Pronto para um novo dia, penteando o cabelo e colocando laquê em cima.
E o único tempo de vida que não pode ver é o próprio e o do mundo.
Lado Oeste, cena do terceiro assassinato.
Naomi Misora estava dentro da casa de campo de Backyhard Bottomslash.
Backyhard vivia com seu amigo, que se mudou logo depois do crime.
O quarto de Backyhard se localizava no segundo andar. Sua casa parecia estar normal.
Nas paredes havia marcas onde os dois bonecos de palha foram pregados; na parede oposta à porta, e uma à esquerda da porta. Foi em um suposto quarto, com inúmeros animais empalhados em uma estante. Incomum para uma mulher de 28 anos.
No total havia 28 animais entalhados – 2, 5, 9, 12; e o quarto exalava o cheiro acre de sangue.
Misora murmura que Luxaky esta atrasado à meia hora. Haviam combinado de estarem na casa às 2h PM.
Já havia buscado dentro do quarto desde cedo, pela manhã, por 5 horas, e o que encontrou foi a mão suja. Seu telefone toca, e aparece na tela o nome de Raye.
Disse que revisou o inquérito e encontrou uma pessoa conhecida como Luee Luxaky; como o suspeito. Suspeitou ser japonês, mas seu nome era falso.
Raye pergunta o que ela esta fazendo e se planeja voltar ao FBI. Ele começa a dizer que não volte, e que prefere que ela viva segura. Entretanto, ela nada responde. Ainda não sabe que decisão tomar.
Retorno ao caso da segunda vítima.
Misora levou uma hora para calcular a ligação que o assassino deixou. Posto que os olhos de Quarter Queen foram retirados, passa a focar em olhos.
Olha o álbum de fotos da estante. Percebe que em nenhuma foto, a garota aparece com óculos. A única foto em que a vítima aparece com óculos, é a da cena do crime.
De acordo com o investigador, a garota era pobre.
Naomi chegou à conclusão que ela não deveria levar óculos e, depois da morte, o assassino deve tê-los colocados. Discutiu com Luxaky sobre como a polícia pode observar despreocupadamente a pista em torno dos óculos de Quarter Queen.
A mãe de Quarter Queen confirmou que a garota não usava óculos, apesar de que a mãe da garota só a viu no necrotério, depois dos óculos removidos.
A terceira cena do crime se encontra na estação “O Vidro”, ao Lado Oeste. É exatamente essa a mensagem. Luxaky e Naomi passam a conversar sobre como o assassino encontrou alguém com as iniciais BB e QQ, e encontrou BB, Backyhard Bottomslash.
Misora sente a preocupação chegar, já que não sabe se ela e Luxaky conseguirão resolver a última mensagem que o assassino tenha deixado.
E ela não se dá conta das insinuações de Luxaky ao falar que há um álbum conector.
Por enquanto, decidem almoçar.
Luxaky convida Naomi para almoçar, mas ela rejeita a oferta. Ainda sente a irritação do dia anterior com o açúcar. Mesmo porque, precisa falar com L.
Liga para L, longe de Luxaky, e depois de constatar que está sozinha.
L a elogia, dizendo o quanto está impressionado que Naomi tenha encontrado todas as pistas.
A agente diz que fala diretamente do lado Oeste, e que sobre o quarto assassinato, ela e nem Luxaky sabem quando ocorrerá. L pede que não se preocupe, pois o crime só acontecerá daqui a seis dias, contando com hoje, 22 de Agosto.
Ela volta a pensar em torno dos números dos dias, 9, 9, 4, 9; e pergunta como L pode estar tão seguro sobre isso. E L informa que não tem tempo para explicar.
Naomi Misora relembra que o crucigrama foi enviado para a LAPD, no dia 22 de julho, o mesmo número 22. Diz que esperará os seguintes dias cuidadosamente, inspecionando a cena do crime e preparando-se. L pede que seja cuidadosa, porque é a única nesse caso e não há ninguém que a substitua.
A mulher responde que estará bem, e que tem noções de luta. Pergunta se ela sabe karatê ou judô, e diz que sabe a capoeira. Explica que esteve em uma escola de danças de rua, e para uma mulher, é a melhor técnica.
Com o karatê ou judô, um deve guardar os ataques, e se o atacante for um homem, ela não poderia proteger-se. L se impressiona, e diz que ela deve fazer um fazer vídeo como prova. Adverte que se estiver em jogo, armas, ela estaria acabada.
Logo, Misora pergunta se L tem idéia de quem possa ser o culpado. L fica em dúvida com a resposta; a mulher deduz que ele saiba. O detetive confessa a verdade.
“A verdade é que eu já sabia, desde o início, quem é o culpado.”
 O culpado é B. 
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Another Note: Capítulo II

Luxaky
Um pouco sobre L; informação enviada para o mundo detetive.
Depois de WWII², têm existido três grandes detetives: L, Erald Coyle e Danuve, mesmo que todos sejam a mesma pessoa.
Mello descreve mais sobre L, sobre o nome Luxaky e o de Ryuga Hideki; e que o pseudônimo L significa o próprio nome de L. Faz referência ao forte laço que une Hideki ao seu nome verdadeiro.
O narrador pergunta-se se L conhecera o nome que fora escrito no Death Note para matá-lo.
Retorna ao Caso BB.
Na cozinha de Bridesmaid, sentados em um sofá caro, um em frente ao outro, estão Naomi Misora e Luxaky. 
A agente recebe uma identidade de Luxaky, que se apresenta como Luxaky Luee.
Passa a observar o rapaz a sua frente que está mordendo o polegar magro, sentado com os pés sobre o estofado, e com braços abraçando os joelhos próximos ao peito. Tal atitude faz Naomi se sentir muito adulta. Volta a olhar a identidade em suas mãos.
Detetive Luxaky Lee?
Ela pergunta a Luxaky se ele trabalha como detetive pessoal. O mesmo responde que não, que não é nem algo parecido e, que nem sequer tem uma licença. A partir dessa resposta, Misora gostaria de ter em mãos uma caneta, e com ela escreveria estúpido na identidade. Fez algo mais simples, como colocá-la em cima da mesa.
Pergunta ao rapaz se sabe o que está fazendo, ele apenas responde que está investigando como ela faz. A mulher acredita que esses olhos vermelhos, que não piscam uma só vez, são horripilantes.
Luxaky conta que começou sua investigação depois de ter recebido uma petição dos pais de Bridesmaid. A agente segue preocupada sobre o que o rapaz possa ter escutado da conversa entre ela e L. Naomi Misora imagina que, se puser a investigação em perigo, talvez estivesse em um sério problema com L.
Luxaky acredita que a mulher é um detetive particular, já que não carrega nenhuma identificação do FBI ou polícia, e nem esteja exercendo como tal.
Naomi conta que está procurando o assassino das três vítimas, e o rapaz consente dizendo que também está fazendo o mesmo.
“Então, podemos um ajudar ao outro.”
A agente pergunta se Luxaky encontrou algo debaixo da cama; respondeu que se escondeu quando ouviu alguém entrar na casa, e queria comprovar se o assassino iria recolher algo que tinha esquecido. Para a mulher, isso soou uma mentira, como quando lhe perguntou se gostaria de trabalhar com ela; como se fosse um pretexto para revelar no que ela trabalha.
“Senhor Luxaky, você também tem uma norma de confidencialidade, não é?”
“Pelo que eu saiba, não.”
“Se você é um detetive, é impossível que não tenha uma.”
“Ah... Pois então sim, eu tenho uma.”
Luxaky diz que sua prioridade é resolver o caso, mas não se importa de partilhar informações descobertas. Mesmo Misora rejeitando a tal ajuda, ele insiste que dá no mesmo quem tiver resolvido o caso.
A agente não para de raciocinar; o que ele estaria tramando?
Luxaky responde que a decisão poderia vir mais tarde, mas antes disso, entrega a ela um papel dobrado que estava guardado no bolso da calça jeans.
Misora pega o papel e o abre, se surpreende ao ver o conteúdo; o desafio resolvido.
“ISSO É?!”
“Oh... já o conhecia?”
“Ah... não... não me referia a isso...”
A mulher percebeu qual era a intenção de Luxaky ao mostrar o papel; esperava ver a reação dela ante o enigma que ninguém conseguira resolver – a não ser L. Confirmou as palavras de L, ao dizer o quão complexo era o desafio.
Luxaky avisa Naomi que talvez, pela resposta obtida no enigma exista uma mensagem dentro da casa. Tais palavras resultam numa Misora preocupada, agora tinha certeza de que o rapaz havia escutado sua conversa com L.
O rapaz se desculpa, salta do sofá e caminha até a cozinha. Abre a geladeira e retira um frasco, deixando a porta do refrigerador aberta e, volta a sentar no sofá. Carrega nas mãos um pote de geléia sabor morango. A agente pergunta o porquê da geléia; entenderia perfeitamente que pão com geléia é alimento, mas não só a geléia.
“É algo que eu escolhi, já que é hora de comer.”
Misora se assusta com os modos do rapaz; Luxaky introduzia as mãos diretamente no pote, e as retirava com geléia, logo as enfiando na boca.
“Hmmm, algo errado, senhorita Misora?”
“Seu gosto por comida é um pouco... estranho.”
“Verdade? Bom... eu imagino que são completamente normais. Quando quero usar a mente, tenho a necessidade de comer algo doce. E se quero realizar um bom trabalho, o melhor é a geléia. O açúcar é uma proteína excelente para o cérebro.”
“Ah, percebo...”
A mulher acredita que o necessário para o cérebro é um bom ânimo, não o açúcar.
E ainda compara o rapaz com Winnie the Pooh, com a diferença de que Luxaky não é um urso amarelo. Depois de imergir a mão na geléia pela quarta vez, Luxaky utiliza o pote como uma taça; sorvendo o liquido pelo borde do frasco.
Diz a Misora que há outro pote de geléia no refrigerador, mas a agente com seus bons modos educadamente rejeita. Enquanto lambe as mãos pegajosas, Luxaky pede que continuem falando sobre a investigação.
Agora, Mello explica a relação de Naomi Misora com o caso Kira e, como Kira descobre que ela trabalhou no caso BB. E que provavelmente, não a haveria matado desconhecendo isso.
Voltando ao quarto de Bridesmaid.
Luxaky engatinhava, inspecionando todo o ambiente como se fosse uma barata. Questiona o que Naomi tem, e porque não esta unida na peculiar forma de investigação. Mais uma vez, a agente nega, e diz que não está disposta a andar de quatro.
Rapidamente muda de assunto, supondo que não encontrariam mais nada já que a polícia havia inspecionado o ambiente cuidadosamente. O rapaz nega tal suposição. Logo, Misora pergunta como ele havia encontrado e resolvido o enigma.
“Isso não entra na norma de confidencialidade? Presumo que não estamos compartilhando informações, senhorita Misora.” Responde Luxaky.
Ela o ignora e quando pergunta sobre a foto do crime menciona que os cortes se assemelham com letras. Prontamente, o rapaz replica, afirmando que não são letras, e sim números romanos.
Os números são:
16, 59, 1423, 159, 13, 7, 582, 724, 1001, 51, 31.
Luxaky os enumera rapidamente, porém diz que até não ver a fotografia poderia estar equivocado. Diz que as porcentagens de acerto são uns 80%.
Conta que não sente segurança em tomar tais feridas como pistas deixadas pelo assassino, pois podem ser direções erradas.
Depois de uma longa explicação, Naomi Misora pede licença para ir ao banheiro retocar a maquilagem.
A agente recorre ao banheiro do segundo piso, e no celular, digita o número 5 para entrar em contato com L. Relata tudo sobre o estranho e misterioso detetive particular, a narração em torno da fotografia e que ele tem em mãos o complicado enigma.
Quando pergunta o que fazer a respeito de Luxaky, L questiona:
“É um bom detetive?”
“O quê?”
“Estou te perguntando se é um bom detetive.”
“Não! É o pior...”
Se Naomi Misora fosse uma alma penada, arrastaria o tal rapaz, e se tivesse que separar o mundo entre as pessoas que deveriam morrer das que não, Luxaky estaria no bloco das que deveriam. A afirmação tornou um L mudo.
Ao fim da conversa, L pede que a agente permita que Luxaky trabalhe com ela, mas vigie as atitudes do detetive particular.
Talvez pudesse ser de alguma ajuda. L questiona o paradeiro de Luxaky e Naomi responde que a ligação é feita no banheiro. L pede que volte e fique com Luxaky, e descubra se realmente o rapaz trabalha para os pais de Bridesmaid.
Quando Misora abre a porta do banheiro, Luxaky estava de pé, esperando-a. Deu a desculpa que tinha encontrado uma prova depois que ela saiu; mas como demorava a voltar, resolveu esperar junto à porta. A mulher ficou em dúvida se ele não estava querendo espiá-la. 
Enquanto caminham até o dormitório, Luxaky menciona que não ouviu nenhum ruído de água no momento em que ela deixou o banheiro e que poderia voltar e dar a descarga.
Ela conta que tratava de assuntos por telefone, o qual não queria que ele escutasse.
Luxaky responde que na próxima vez, ela dê descarga se não quiser ser descoberta.
Na habitação, Luxaky se coloca de quatro novamente e, recorre a uma estante. Informa que o que havia encontrado não era uma nova prova, mas a verdade daquela estante.
“Olha, um compartimento na estante, à direita; em que há 11 mangás de Akazukin Chacha³.”
“É, estou vendo... e?”
“É um dos mangás favoritos”
“Para quem?”
“Para mim.”
Luxaky pergunta se Naomi Misora é japonesa ou americana. Responde que seus pais eram japoneses, e que tem as duas nacionalidades, e que não vive no Japão desde que começara a ir ao instituto.
“Então você conhece o legendário mangá de Ayahana Mina, ainda mais que o anime foi muito bom, um dos melhores de...”
“Acredito que este não seja o momento nem o lugar para falar de anime ou mangá; conheço tudo de Ayahana Mina, mas, por favor, vá ao ponto. Não vejo nenhuma conexão entre Ayahana Mina e o nosso caso.”
“Bom, podemos falar da incrível versão do anime mais tarde então... Mas não percebe algo?”
A mulher não percebe nada demais. Não lhe parece estranho que Believe Bridesmaid possua o mangá original. Com certeza sabia ler Japonês, e de qualquer modo, é fácil obter o material original graças a Internet. Obviamente, algum fã o teria. Observa atentamente os onze volumes, mas não presta atenção no que Luxaky se refere.
“A mensagem do assassino se encontra aí, senhorita Misora. O volume 4 e o 9 não estão em nenhum lugar. Akazuki Chacha contém 13 volumes, mas só há 11.”
“Talvez tenha planejado comprá-los no futuro. Além do que, não é todo mundo que lê mangás em ordem.”
“Não acredito que exista alguém que goste de ler mangás que leia primeiro o volume 3 e em seguida o 5.”
“Mesmo que seja assim, não significa que o assassino escolheu os volumes que estão faltando. Talvez Bridesmaid os deixou com algum amigo.”
Luxaky nega tal suposição.
“Não há ninguém nesse mundo que queira ler somente os volumes 4 e 9. Não me importo em apostar geléia, se erro.”
“Você aposta uma geléia de morango, como aquela que acaba de comer... Se pode comprá-la por cinco dólares, não é?”
Ainda que Luxaky siga com suas teorias dos volumes desaparecidos, Naomi começa a perceber algo. Pergunta ao rapaz, se ele sabe quantas páginas contém cada volume, e surpreendentemente, lhe responde que o 4 contém 192 páginas, e o 9; 184.
Misora soma ambos os números e encontra um resultado de 376 páginas. A partir disso, começa a procurar na estante, um livro de 376 páginas. Encontra um livro de título “Sem Jogo Suficiente”, do autor Permit Winter.4
A agente inspeciona o livro e não encontra nada de suspeito. Pensa que o assassino escolheu os volumes de mangá e os substituiu pelo livro de Permit Winter. Algumas dúvidas a rondam; se a estante ficaria mais vazia se o livro de Permit tivesse sido trazido de outro lugar, ou se os mangás de Akazukin Chacha eram realmente de Bridesmaid.
Luxaky pede o livro e começa a lê-lo, segurando o livro entre o indicador e o polegar.
Termina de ler as 376 páginas em cinco minutos, e depois confirma que não há nada em particular que possa ajudar, exceto o número de páginas.
Misora pergunta novamente os números romanos e ele os repete. Acredita que os números romanos e o número de páginas têm alguma relação, mesmo que os romanos sejam superiores a 376.
“No caso do número 476, se deduz que é a soma de 376 mais cem. Assim, olhemos a página cem.”
Rapidamente, o rapaz folhea o livro e diz o que encontrou. Entrega o livro a Naomi e diz que a primeira palavra coincide com o número.
Números:
16, 54, 1423, 159, 13, 7, 582, 724, 1001, 40, 51, 31. (No caso do número 1423, subtrai 376 três vezes para conseguir 295, etc.)
Letras na página que coincidem:
Q-U-T-R-T-E-A-E-T-E-E-N
Ainda que pareça similar ao nome da segunda vítima, quatro letras eram incorretas.
Luxaky declara que desde que a terceira letra era incorreta essa não era a mensagem do assassino, no máximo, era uma coincidência.
Naomi está em desacordo e diz que todas as letras incorretas coincidiam com todos os números superiores a 376.
Primeiro olhou atentamente. E percebeu que se eles houvessem olhado a quarta letra, se dariam conta que passava quatro vezes o numero 376 (376+376+376+376+4). Significava que a letra correspondente era A. E assim, para o número 582, a segunda letra seria R...
Ao final podia se ler claramente “Quarter Queen”. Havia comprovado que o assassino deixou uma mensagem, como no caso do crucigrama.
“Bom trabalho Misora. Foi uma perfeita dedução, meus sinceros parabéns. Não creio que consigo competir com você.”
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