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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Another Note: The Los Angeles BB Murder Cases (Em Inglês)

Yooh ~

Atendendo a pedidos, postamos aqui o link para se ler online em inglês o livro: "Another Note: The Los Angeles BB Murder Cases" e fazer o download se assim desejarem.



Para você que quer ler em português: Clique aqui!

(Por favor nos enviem sugestões de posts como este se desejarem.)
*Sugestão/pedido enviada(o) por anônimo*
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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Another Note: Notas

Adicional 
¹ - Parece que no livro, a grafia utilizada para Ryuuzaki é Luxaky. Portanto, o nome que conhecemos do caso Kira é o mesmo.
² - Sigla para World War II (Segunda Guerra Mundial).
³ - Akazukin Chacha (ou A Pequena Chapeuzinho Vermelho Cha Cha) é uma série shoujo, escrita por Ayahana Mina. Foi serializada pela Shueisha narevistaRIBON,  entre 1991 e 2000. Foi feita uma versão em anime, e o mangá consta de 13 volumes. "Cha Cha é uma pequena garota meiga e inocente, que está treinando para ser uma boa maga. Ela não conhece seus verdadeiros parentes, nem pai, nem mãe, nem ninguém. Ela cresceu com sua professora Seravi, que é considerada a maior maga do mundo. Porém, a garotinha sempre obtém resultados desastrosos com sua magia.
O anime/mangá é muito inocente e não tem nenhuma contra-indicação, não tem cenas pornográficas, linguagem forte ou violência."
4 - Procurei sobre o autor citado, mas nada encontrei. Palpito em um escritor francês...
5 - Não há uma explicação correta sobre esses benditos (ou malditos?) olhos. Essa parte ficou tão nublada... Havia uma frase, dizendo que Beyond Birthday tivera EPC. Seria a explicação para a coloração das suas retinas?
EPC  – Embolia Pulmonar Crônica (Doença respiratória). Não saberia definir mais, desculpe.
6 - Um dispositivo utilizado nos EUA, cobre áreas via internet. Acredito que seja como uma lista de bairros de determinada região.
7 - Cidade localizada no Estado americano da Califórnia, no Condado de Los Angeles.
- - -
Nenhum dos personagens citados me pertence. São todos de Death Note, que fora escrito por Tsugumi Ohba, ilustrados por Takeshi Obata. Beyond Birthday é um personagem criado por Inshin Nishio. E qualquer referência de autor fora uma criação minha.
Essa tradução fora feita de uma fã para os fãs brasileiros de Death Note. Peço desculpa por erros de gramática, e que entendam que fora uma tradução armadora. Uma tradução baseada em outras traduções (espanhol e inglês), e não no livro verdadeiro. E se houver diferenças quanto ao escrito no livro, mais uma vez, desculpas.
Não fora feito com propósito de venda/ganhos lucrativos.
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Another Note: Capítulo VII -Final

Última Página

Mello termina com um epílogo, dizendo que não há mais do que falar.
Comenta como a cópia de L fora derrotada com a questão do ganhar e perder. E que em um caso, ganha quem conseguir chegar a uma conclusão primeiro.
Como no Caso Kira, L ganhou porque supôs desde o princípio quem era o assassino, mas acabou perdendo por ser assassinado por ele. E no Caso BB, L também perde por não ter resolvido sem a ajuda de Beyond. Mesmo que o detetive siga dizendo que teve sorte ao ter Naomi Misora no caso, sabe que B jamais quis competir com a agente, e sim com L. E por isso se autodenomina Luxaky Luee. Ainda mais, ao por um nome tão próximo ao de L quer dizer que lutaria até o final pelo detetive.
Luxaky ajudou Misora a resolver suas pistas, comprovando desta forma suas habilidades. E a agente cumpriu o seu dever, fazendo um grande trabalho ao resolver todas as mensagens.
Beyond Birthday planejou suicídio. Trancou a porta, pregou o boneco de palha na parede, estragou os controladores de incêndio, cortou os fios do detector de fumaça, limpou todo o apartamento de impressões digitais, verteu gasolina no chão e ateou fogo em si mesmo.
Preferiu ser a quarta vítima.
Qualquer um poderia ter descoberta que o nome Luxaky Luee era falso, e conhecer o verdadeiro Beyond Birthday. Mas sempre manteve um disfarce na frente de Naomi, fotos suas nunca existiram – já que ninguém podia saber que era o B da Wammy’s house. Isso não o interessava muito, e de certo modo, não tentou proteger sua identidade.
Não planejou deixar uma mensagem na quarta cena do crime, pois não havia uma razão. Ainda poderia morrer sabendo que o caso BB fora algo sem resolução. E L ao procurar pistas não encontraria nenhuma, e continuaria sua busca por Beyond sem saber que ele havia morrido. E continuaria assim, a vida inteira.
L poderia ter perdido, e B ganhado. A cópia poderia superar o original, ou era assim que B supôs.
Beyond Birthday nunca deu importância a Naomi Misora - sabia que ela era apenas uma peça do detetive, e em cada coisa que fazia, sua atenção estava voltada para L.
A seguir, Mello descreve todos os descobrimentos de Misora; chegando ao ponto da abertura das trancas das portas. Os bonecos de palha e as fechaduras eram do mesmo tamanho. Um truque que se não houvesse sido descoberto, Beyond havia ganhando com êxito. Nos diz sobre o erro de B ao revelar que Naomi lutava capoeira – já que ele era o homem que fora atacá-la no beco.
Beyond Birthday é enviado a um hospital de segurança máxima, por haver conseguido sobreviver. E agora, teria que passar o resto de sua vida com a vergonha e desonra. Desejou (novamente) a morte.
Acaba o parágrafo dizendo que terminou sua história, e que acredita que o último da geração de Wammy’s House contará todas as histórias do Grande L. E voltando a dizer dos três casos que L contou, sobre uma futura guerra biológica na Europa, como o detetive conheceu Quillsh Wammy com 8 anos, e também como a terceira guerra mundial fora evitada.
Naomi Misora pôde voltar ao seu trabalho, graças a sua atuação no caso BB. No final de agosto, recebeu uma grande quantidade financeira na sua conta bancária, proveniente de uma empresa desconhecida.
1 de setembro.
Misora estava a caminho de casa, no metrô. Em sua cabeça, a figura de Beyond Birthday retorna, e relembra uma ligação de L (a qual diz sobre B querer superá-lo...), e reconhece o quão forte B era. Uma pessoa que decide dedicar toda a sua vida em tal propósito, com uma força que ela não consegue medir. Uma força que Naomi Misora nunca poderá ter.
Na estação, a mulher prende o olhar num rapaz jovem que parece não ter dormido em toda a sua vida (como se tivesse muito com o que se preocupar). Vestia uma blusa branca e de manga longa, calça-jeans e tênis. A imagem de Beyond fixa em sua mente, mas se BB era uma cópia, aquele rapaz era o original.
Naomi decide seguí-lo. E quando está a ponto de falar, o rapaz salta até ela e abre os braços no intuito de um abraço. Ela se esquiva, e infere um chute no pobre, que o faz rolar escada abaixo. Preocupada, ela desce os degraus correndo.
“Vejo que a realidade é muito diferente da imagem de um vídeo... Mas... Mas é verdade que eu tenho aprendido bastante.”
Naomi não entende nada do que foi dito, e acredita que o chute tenha afetado a cabeça do rapaz.
“Vamos, levante.” Diz oferecendo a mão.
“Muito obrigado. De verdade.” O jovem segura a mão oferecida.
“Te machuquei? Dói em algum lugar?”
“Estou bem... Obrigado...”
Mesmo de pé, o jovem não larga a mão de Naomi Misora.
“Você é uma pessoa muito amável.” Sorri, e finalmente solta a mão da agente.
Lentamente, se dispõe a subir as escadas. Misora volta em si, e atua como uma agente do FBI.
“Me ajude a esclarecer o que aconteceu. Atacar uma mulher assim não é correto. Ao invés de eu ter te ferido, você poderia muito bem ter me ferido. Qual é seu nome?”
O rapaz dá a volta, e Misora se depara com uma figura chupando o dedo magro.
“Por favor, me chame de Luxaky.”
 - - -
21 de Janeiro de 2004, Cadeia do Estado da Califórnia.
Dois anos após a sua prisão, Beyond Birthday morre de um inexplicável ataque de coração.
Fim ~
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Another Note: Capítulo VI

Falha
22 de Agosto.
Ainda que Misora e Luxaky houvessem resolvido o enigma do tempo, 6h15min50s, não sabe se é AM ou PM. Procurou a terceira vítima, mas não conseguiu encontrar o tempo exato. O rapaz diz que já que tem a maior parte das informações, o resto não importa.
Passam a tentar descobrir se há alguma pista do local em que possa acontecer o quarto assassinato. Luxaky descobre primeiro, usando o numero 061550 no MLS6, descobrindo o condomínio residencial em Pasadena7.  O complexo tem aproximadamente 200 apartamentos, e no número 1313 há uma mulher chamada Blackberry Brown.
1313 e BB.
Porém Luxaky não se sente contente com a informação, sabendo que há outro BB no mesmo condomínio. No apartamento de número 404, habita um só homem chamado Bruce Babysplit.
Misora faz as contas, e não se surpreende em constatar que em um condomínio com 200 apartamentos, com 400 a 500 habitantes havia apenas duas pessoas com as iniciais BB.
A agente acredita que a vitima seguinte estará no apartamento 1313, mas Luxaky contesta. Misora explica que mesmo que haja o apartamento 404, e 4 = 1+3; o assassinato ocorrerá no de número 13 (o que significa má sorte para os dois). Porém, o rapaz novamente diz não estar de acordo, e retorna a seqüência numérica dos dias: 9, 4, 9, 9. Há um sistema de 9+4(13), assim que o 404 – ignorando o zero, completa a seqüência de 13 dias.
A partir de tal ponto de vista, a mulher flexiona, passando a duvidar que possa ser o quarto 404 o correto.
Não conseguem chegar a uma conclusão juntos, e Luxaky sugere que devem se dividir.
Cada qual terá que observar um quarto: Naomi Misora o de número 1313, e Luxaky o de número 404.
Luxaky propõe que durante os dias seguintes, passem a habitar os apartamentos até que encontrem os donos. Porém, não dirão aos demais habitantes para não criar pânico.
Misora pergunta se não é melhor que saibam a verdade, mas o rapaz diz que o mais importante é viver.
Pagaram aos inquilinos de ambos os apartamentos – Misora usando o dinheiro enviado por L, e Luxaky de seu suposto patrão - colocando-os em um luxuoso hotel.
A agente diz querer a ajuda da polícia, mas o rapaz se nega, alegando que está 99% seguro de que terão que atuar por eles mesmos. Ela ainda pensa em pedir ajuda a Raye, mas decide rapidamente que não é necessário.
Ela diz que Luxaky pode não ter um físico para enfrentar o assassino, mas o próprio diz ter força o suficiente, e que ela não se preocupe, pois estará bem.
“E acredito que a senhorita também estará bem, já que tem habilidades com a capoeira.”
Pergunta se ela poderá utilizar uma arma, mas Naomi diz que não, e que também não possui uma. Luxaky diz que tem uma arma, e pede que ela a pegue.
Ela deve usá-la.
Naomi Misora permanece uma noite em um hotel do lado Oeste, falando com L e recebendo uma quantia em dinheiro. L diz a ela que está contando com seus serviços, e pede que prenda o culpado. Ele enviará uma equipe ao redor da área, dando segurança a ela.
O contato termina um pouco mais da meia-noite do dia 21 de Agosto.
A agente tenta dormir, porém, vem em sua mente – quando disse a Luxaky sobre suas habilidades com a capoeira?
Mello introduz um pouco mais sobre Beyond Birthday e seus naturais olhos de shinigami.
Ninguém sabe como os conseguiu. Não foi através de um deus da morte ignorante, que deixou cair seu Death Note, e dificilmente, um que tenha deixado cair seu globo ocular (são reflexões de Mello). Ele também nota que se for trocado B por 13, 13 é a carta da morte em um baralho de tarô.
A seguir, Mello descreve porque Naomi Misora estava de licença, e porque relutou em aceitar a arma de Luxaky. A razão é devido a um erro cometido em uma investigação de drogas, na qual ela e sua equipe estavam trabalhando arduamente por meses. Ainda que Misora não necessitasse carregar uma arma, havia sido orientada a empunhar uma. E quando chegou o momento da apreensão, ela não conseguiu atirar em um garoto de 13 anos, indiciado como um dos culpados. Ao final, o caso acabou falhando, e Naomi acabou dando um tempo em seu trabalho.
E ela tão pouco sabia o porquê de não resolver o caso. Relembrou o rosto do garoto e associou com algo assombroso; e a certeza de que ele era um dos traficantes.
Passa a se perguntar o que aconteceria se o caso BB tivesse como assassino um garoto.
Quarto 1313.
O apartamento de Blackberry Brown é um ambiente um quanto tanto que normal, porém, a agente se assegura que a arma esteja engatilhada. Luxaky está nove andares abaixo, no quarto 404, e ela sente-se preocupada por ele (por parecer um rapaz franzino); mas logo muda de idéia, pois tem a plena certeza de que o tal B virá ao 1313 para atacá-la – já que está trabalhando com L.
Olha o relógio digital na parede, 9 horas AM.
Mínimos 15 horas a mais, e ela não pode sequer comer, dormir ou utilizar o banheiro – tem que estar em ataque.
Liga para L e diz que nada ocorreu até agora. Ele recorda que há reforços nos andares, e há dois deles no piso em que ela está. E se surpreende ao saber que um é ladrão, e o outro falsário, e que ambos estão observando o quarto (O mais provável que sejam Wedy e Aiber). Quando L está para desligar, Misora pergunta rapidamente:
“Você conhece o B, não é?”
A mulher chegou a essa conclusão devido às letras de seus nomes, e o pedido exagerado de L para prender o assassino a todo custo. O detetive admite que conhece B, e ainda pede que ela guarde isso como um grande segredo.
Nenhuma autoridade sabe sobre esta conexão e nunca fora algo para Naomi Misora descobrir. Ele também admite que mesmo não conhecendo o assassino diretamente, sabe sobre ele, e que não pode perdoar nenhum assassino – já que seu único interesse é a justiça. A mulher parece entender, e diz que voltará a esperar.
Neste momento, a agente decide voltar ao FBI.
Naomi Misora senta-se do modo singular de Luxaky, e repassa cada detalhe do caso em sua mente. QQ, BB, as mensagens, como Quarter Queen era provavelmente a única QQ em Los Angeles, o desafio, etc. E no mesmo instante, percebe que em todo o caso havia sido uma marionete nas mãos de Luxaky.
Grita em frustração e dispara em direção ao corredor, empunhando a arma. Desce correndo pelas escadas (pulando de 3 a 4 degraus).
Quando comprova estar no quarto andar, procura exasperada o quarto 414 que está a sua direita; uma mulher grita ao ver a arma na mão de Misora – a agente sequer se intimida, e corre a porta de número 404.
Naomi entra no apartamento, e começa a chamar Luxaky. O apartamento possui três portas, e uma delas está travada com um cadeado (a mulher utiliza a sua arma para arrombá-lo), com o ombro destrava a madeira, e o primeiro que vê é o boneco de palha, e logo depois; o corpo de alguém em chamas - Luxaky Lee.
Sente o odor de gasolina em todo o ambiente, e vê que os controladores de incêndio estão destruídos juntamente com o detector de fumaça. Corre até o corredor em busca de um extintor, mas é com uma capa branca que controla o incêndio.
A mulher grita por Luxaky – acreditando que ele está morto, mas escuta o rapaz fazer alguns ruídos. Ele está vivo. A mulher que havia se assustado ao ver a arma, vem até a porta e pergunta se está tudo bem. Naomi responde que é do FBI, e que ela chame a polícia/corpo de bombeiros/ambulância. A mulher não faz nada além de observar.
Percebe então que é uma ajudante enviada por L.
Cuidadosamente, se dirige a Luxaky para checar o pulso. Constata o quão débil esta, e que não há tempo para perder. Põe as algemas no corpo frágil, e diz com toda a clareza:
“O culpado do caso do assassino em série de Los Angeles; BB/Beyond Birthday/Luxaky Luee foi preso.”  
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Another Note: Capítulo V

Relógio
Mencionadas as raízes de B, Mello conta como as crianças na Wammy’s House são escolhidas para suceder L, e quem são os representantes. Nenhum conhece o rosto de L, mas Wammy quis fazer cópias dele. O garoto L, o melhor ao redor do mundo.
De qualquer maneira, Wammy não quis terminar com L, e buscava alguém com alguma possibilidade, e os mais próximos seriam Mello e Near. Eles também foram crianças prodígios já que A cometeu suicídio e B correu para longe.
B era muito reservado. B nunca quis ser L, mas sim roubá-lo.
A geração de B fora do tipo teste. E Mello e Near, foram a quarta geração.
Mello acredita que Beyond Birthday pensava como L, mas B não podia ser como L.
Assim como era a existência do original, uma cópia sempre será uma cópia.
Los Angeles BB Cases, o Caso do Assassino em Série.
L.A.B.B.
L está depois de B, no alfabeto.
Mello se preocupa como B matou tanta gente inocente, e tudo que ele fez para conhecer L. Quem sabe, tudo o que queria era saber quem era L. E ele pode ver o nome de L e seu tempo de vida.
Então, ao final, foi uma batalha entre grandes mentes, entre L e B; melhor detetive versos o melhor criminoso. Beyond Birthday desafiou L, e L aceitou o desafio.
Também menciona que os inocentes do caso, ou qualquer outra vitima de B morreriam de qualquer maneira.
E somente Naomi Misora era a verdadeira inocente no caso.
Beyond Birthday ri mais uma vez, e começa a andar.
Luxaky chega à terceira cena do crime, passando das 3h da tarde. Está de acordo com tudo que Naomi disse.
Na verdade, Luxaky não pronunciou nenhuma desculpa, e nenhum perdão sincero por chegar uma hora mais tarde. O rapaz passa a andar por todas as partes, e Misora segue irritada, ainda depois de três dias. Ela diz a Luxaky que o quarto assassinato será feito no dia 22 de Agosto.
Ele pergunta o porquê, mas Naomi não tem a resposta, e nem sequer havia pensado sobre isso. Mente, dizendo que havia chegado a tal conclusão.
Menciona que o assassino limpou todas as impressões digitais, mas não limpou o sangue.
Discutem as pistas das outras cenas, e a arma desaparecida. Observam as fotos do terceiro assassinato, e com o corpo estendido, lembra uma águia – menos os membros que faltam.
Luxaky diz que precisam inspecionar todo o local com atenção e precisão, e pergunta outra vez, porque Misora acredita que o quarto assassinato ocorrerá no dia 22 de Agosto. Isso resulta em uma longa explicação de dados, números e a letra B.
Naomi Misora explica que o terceiro crime ocorreu no dia 13, assim que juntando o número, forma um B. Luxaky diz que isso não tem nada a ver com 22, e ela faz referência com o primeiro crime do dia 31 de Julho, 3 + 1; e o 22, pode se converter em 2 + 2; então 3 + 1, pode-se ler B. Com tais importantes e lógicos dados, o 22, o 31, o 4 e o 13, são equivalentes a 13/B, e a importância de que a primeira cena do crime comece com quatro bonecos de palha.
Mas, Luxaky vê erros no raciocínio.
Começaram a discutir sobre os kanjis dos números, mas ao final, decidem que a data 22 de Agosto é a correta.
Passam a falar que talvez, a vítima comece com QQ.
Mas, Naomi esta convencida de que a vitima seguinte comece com BB, já que L disse que o assassino era B.
Ela menciona que o criminoso, tem a inicial do nome com B, devido aos dados coletados. E Luxaky concorda; 99% de possibilidade em ser a dedução correta.
Desde que as vítimas tenham as iniciais BB, se deduz que o criminoso possua também as iniciais BB. Logo, voltam a discutir se é uma situação de vitória ou derrota, já que isso é uma briga.
Mello passa a descrever os tipos de casos que L aceitava.
Deveriam ser mais de dez vítimas, ou teria que envolver uma figura milionária.
No caso de BB, L venceu sua própria cópia.
Ele descreve como o paradeiro de B foi desconhecido desde o Maio deste ano, e L procurava vários casos ao redor do mundo, para ver se encontrava algum rastro, para encontrar com B.
L é o objetivo de todos da Wammy House.
E isso é passar o objetivo.
Para superá-lo.
Para triturá-lo.
É o mesmo, para M, para N, para B.
M como desafiador, N como sucessor e B como criminoso.
Voltando à casa de Backyhard.
Misora faz uma pausa para buscar um café na cozinha, no primeiro andar.
Com uma dose normal de açúcar em duas taças, ela leva uma bandeja até o quarto, e utiliza a fivela do cinto para abrir a porta, já que as mãos estão ocupadas.
Surpreende-se ao ver Luxaky deitado no chão, como se fosse uma águia estendida. O que faria com uma criança daquele tamanho? Tenta falar com ele, mas ele responde que é um cadáver.
Naomi Misora não o entende.
“Sou um cadáver. Não posso responder, como um cadáver.”
Começara entender as razões de Luxaky; não se sente totalmente segura, mas isso ocorreu quando abriu a porta, e viu o rapaz estendido no solo. Pensou em tudo que havia no ambiente, e o que mais lhe chamou a atenção foi um prego, onde o boneco de palha fora cravado.
Imagina que, se o boneco estivesse na parede, isso teria sido a primeira coisa que havia olhado; não Luxaky.
Salta por cima de Luxaky com a bandeja, mas acidentalmente pisa no estômago do rapaz, com o grande tamanho de sua bota. Pede desculpas, e vai até a mesa olhar as informações da cena do crime.
Luxaky se arrasta até ela e pergunta qual é o problema. Ela responde que se o boneco de palha estivesse pregado na parede, seu olhar iria diretamente a ele. Observa que em todas as cenas, um dos bonecos estava em direção oposta a da porta. Mesmo depois disso, ela não pode averiguar o que significa. 
Ambos passam a discutir sobre os quartos trancados, os cadeados e travas. Luxaky imagina que ela encontrou algo, já que os bonecos de palha distrairiam a pessoa do cadáver, fazendo-a olhar para algo a mais. Se o culpado não quisesse tal objetivo, não haveria a necessidade de haver pregado os bonecos. Porém, Luxaky diz que necessitam realmente encontrar a mensagem e descobrir o culpado dos assassinatos. Misora pede desculpas, por haver tomado o tempo do rapaz.
“Me desculparia, se eu pedisse que seguisse meus passos, Misora?”
“Oh, Claro que sim.”
“Está realmente de acordo? Se é assim, você não se importaria em fazer algo por mim. Não é?”
Naomi fica em dúvida, mas aceita. Luxaky pergunta se ela poderia imitar a posição de Backyard deitada no chão, assim teria algo de inspiração. Ela o faz, e pergunta se ele encontrou algo.
Luxaky responde que não.
Luxaky senta-se em uma cadeira - com os pés em cima da mesma, um sobrepujando o outro, e com os joelhos próximos ao peito; passa a beber café. Naomi imagina que o rapaz apreciou o café; porém ele apenas diz:
“EH. Esse café está muito quente! Tenho certeza que fará doer meu estômago.”
Misora pergunta sobre o primeiro caso – o qual a vítima estava nua, tinha uma mensagem escrita sobre a pele, e tivera outra roupa posta. Com a terceira vítima, ela imagina o quão complicado deve ter sido de se trocar a roupa. Discutem sobre os membros desaparecidos, e Luxaky pede para contar outro caso no qual trabalhou.
Em tal caso, haviam apunhalado a vítima no peito, e cortaram o dedo esquerdo onde estava um anel. O rapaz pergunta o que a mulher pensa sobre isso.
Ela diz que é devido ao anel, como um anel de compromisso. Logo, liga com o terceiro assassinato, porém não havia uma lógica de arrancar um braço por um anel, e Backyard era uma mulher solteira. Luxaky sugere que são algo como pulseiras.
A agente estira o braço esquerdo em direção ao teto, e em seu dedo há um anel de compromisso com Raye. Ainda não acredita que por uma pulseira – ou anel, precise e cortar um braço. Abaixa a manga, mostrando um relógio de prata, o qual ganhara de aniversário de seu noivo.
Naomi pergunta a Luxaky se Backyard era destra ou canhota. Responde que era destra.
Continua com suas idéias de que um relógio não era o objetivo, mas uma mensagem. Depois de conversar com o rapaz, percebe que a mancha de sangue marca cinco pontos (cabeça, braços e pernas). Menos os membros desaparecidos – três, faltavam um ponto com diferente longitude – Luxaky faz tal precisão.
Tal objeção faz a agente imaginar um relógio, e que cada membro representa uma seta. A cabeça marca as horas, o braço os minutos, e a perna os segundos. Levanta do chão, em busca da foto do crime, observando-a.
Deduz que a hora seja 12h45min20s. Porém, Luxaky diz que não há uma única maneira de interpretar tal hora. Dependendo de qual ângulo, poderia ser 6h15min45s, ou 3h00min35s, ou ainda, 9h30min05s.
Ela percebe o seu erro, e recorre a procurar alguma indireta no ambiente. Observa as paredes, e pergunta a Luxaky em que rumo vão as coisas. Ele diz que o rumo é necessariamente o 12.
Continua pensando sobre as paredes e bonecos palha. Bonecos, bonecos, bonecos; o que a atraem são os animais empalhados da habitação.
Luxaky afirma que calculou que a partir do número de bonecos de palha pregados, a hora exata. Ao redor do quarto há 12 animais, 9 em outra, mas somente dois e cinco nas que foram pregadas os bonecos de palha.
Mas Misora contradiz, dizendo que se os bonecos estivessem pregados ali seriam 3 e 6.
Olha a foto outra vez, e a agente declara que o tempo será 6h15min45s.
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Another Note: Capítulo IV

Shinigami
Mello descreve sobre como é difícil uma pessoa matar outra. Pois um humano é forte, e não morre facilmente, e alguém não deveria querer matar o próximo. Ainda diz como o Death Note simplifica esse raciocínio.
Beyond Birthday não foi uma pessoa concebida com a idéia de matar, porque o primeiro assassinato não foi o seu objetivo. E porque sofreu ao fazê-lo?
A verdadeira razão foi porque obteve os olhos de Shinigami 5. Assim, foi fácil encontrar pessoas com as mesmas iniciais, nome e sobrenome; ainda dentro de uma cidade como a de Los Angeles, com 20 milhões de habitantes.
Matar era natural para ele, já que sabia exatamente quando morreriam.
Ao que conhecemos, se obtêm os olhos de shinigami a partir de uma troca; e essa seria a metade da sua vida. Porém, Beyond Birthday os têm desde um começo, sabendo o nome das pessoas que nasceram, e capaz de ler a data de sua morte no mesmo instante.
Beyond Birthday obteve os olhos do shinigami Beyond Birthday na hora de seu nascimento; ou seja, o significado de seu nome (sem ser o próprio deus da morte) é além do seu aniversário.
Devido a tais poderes, foi adotado pelo orfanato Wammy’s House e se converteu no segundo garoto, conhecido como B.
19 de Agosto; 6 horas AM.
Em Prehab Storage, ao lado Oeste, segundo andar.
Beyond Birthday estava deitado na cama rindo. Sabe que Naomi Misora é os olhos, as mãos, pés e a proteção de L. Recorda de como atacou a mulher, sabia que ela não morreria naquele dia; mas muito tempo depois. Se tentava matá-la, falharia e várias outras pessoas a substituiriam. Não seria algo vantajoso. Tinha em mente que ela descobriria a mensagem secreta na terceira cena do crime, e tentaria se mover para proteger a quarta vítima. Como desejado.
Porque essa seria a verdadeira batalha, e o verdadeiro quebra-cabeça.
A batalha entre L e B. L e o quebra-cabeça de B.
Se L é um gênio, B é o melhor gênio. Se L é um miserável, B é mais miserável.
B deseja se apossar de L.
Ri naturalmente, uma risada que lembraria a de um Deus da Morte.
Olha-se em um espelho. Pronto para um novo dia, penteando o cabelo e colocando laquê em cima.
E o único tempo de vida que não pode ver é o próprio e o do mundo.
Lado Oeste, cena do terceiro assassinato.
Naomi Misora estava dentro da casa de campo de Backyhard Bottomslash.
Backyhard vivia com seu amigo, que se mudou logo depois do crime.
O quarto de Backyhard se localizava no segundo andar. Sua casa parecia estar normal.
Nas paredes havia marcas onde os dois bonecos de palha foram pregados; na parede oposta à porta, e uma à esquerda da porta. Foi em um suposto quarto, com inúmeros animais empalhados em uma estante. Incomum para uma mulher de 28 anos.
No total havia 28 animais entalhados – 2, 5, 9, 12; e o quarto exalava o cheiro acre de sangue.
Misora murmura que Luxaky esta atrasado à meia hora. Haviam combinado de estarem na casa às 2h PM.
Já havia buscado dentro do quarto desde cedo, pela manhã, por 5 horas, e o que encontrou foi a mão suja. Seu telefone toca, e aparece na tela o nome de Raye.
Disse que revisou o inquérito e encontrou uma pessoa conhecida como Luee Luxaky; como o suspeito. Suspeitou ser japonês, mas seu nome era falso.
Raye pergunta o que ela esta fazendo e se planeja voltar ao FBI. Ele começa a dizer que não volte, e que prefere que ela viva segura. Entretanto, ela nada responde. Ainda não sabe que decisão tomar.
Retorno ao caso da segunda vítima.
Misora levou uma hora para calcular a ligação que o assassino deixou. Posto que os olhos de Quarter Queen foram retirados, passa a focar em olhos.
Olha o álbum de fotos da estante. Percebe que em nenhuma foto, a garota aparece com óculos. A única foto em que a vítima aparece com óculos, é a da cena do crime.
De acordo com o investigador, a garota era pobre.
Naomi chegou à conclusão que ela não deveria levar óculos e, depois da morte, o assassino deve tê-los colocados. Discutiu com Luxaky sobre como a polícia pode observar despreocupadamente a pista em torno dos óculos de Quarter Queen.
A mãe de Quarter Queen confirmou que a garota não usava óculos, apesar de que a mãe da garota só a viu no necrotério, depois dos óculos removidos.
A terceira cena do crime se encontra na estação “O Vidro”, ao Lado Oeste. É exatamente essa a mensagem. Luxaky e Naomi passam a conversar sobre como o assassino encontrou alguém com as iniciais BB e QQ, e encontrou BB, Backyhard Bottomslash.
Misora sente a preocupação chegar, já que não sabe se ela e Luxaky conseguirão resolver a última mensagem que o assassino tenha deixado.
E ela não se dá conta das insinuações de Luxaky ao falar que há um álbum conector.
Por enquanto, decidem almoçar.
Luxaky convida Naomi para almoçar, mas ela rejeita a oferta. Ainda sente a irritação do dia anterior com o açúcar. Mesmo porque, precisa falar com L.
Liga para L, longe de Luxaky, e depois de constatar que está sozinha.
L a elogia, dizendo o quanto está impressionado que Naomi tenha encontrado todas as pistas.
A agente diz que fala diretamente do lado Oeste, e que sobre o quarto assassinato, ela e nem Luxaky sabem quando ocorrerá. L pede que não se preocupe, pois o crime só acontecerá daqui a seis dias, contando com hoje, 22 de Agosto.
Ela volta a pensar em torno dos números dos dias, 9, 9, 4, 9; e pergunta como L pode estar tão seguro sobre isso. E L informa que não tem tempo para explicar.
Naomi Misora relembra que o crucigrama foi enviado para a LAPD, no dia 22 de julho, o mesmo número 22. Diz que esperará os seguintes dias cuidadosamente, inspecionando a cena do crime e preparando-se. L pede que seja cuidadosa, porque é a única nesse caso e não há ninguém que a substitua.
A mulher responde que estará bem, e que tem noções de luta. Pergunta se ela sabe karatê ou judô, e diz que sabe a capoeira. Explica que esteve em uma escola de danças de rua, e para uma mulher, é a melhor técnica.
Com o karatê ou judô, um deve guardar os ataques, e se o atacante for um homem, ela não poderia proteger-se. L se impressiona, e diz que ela deve fazer um fazer vídeo como prova. Adverte que se estiver em jogo, armas, ela estaria acabada.
Logo, Misora pergunta se L tem idéia de quem possa ser o culpado. L fica em dúvida com a resposta; a mulher deduz que ele saiba. O detetive confessa a verdade.
“A verdade é que eu já sabia, desde o início, quem é o culpado.”
 O culpado é B. 
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Another Note: Capítulo III

Rival
Mello descreve o porquê de L nunca se mostrar a ninguém, devido ao perigo que poderia ter se sua grande mente fosse um objetivo. Compara L a uma grande obra arte, a qual um país protegeria fielmente. No ano de 2002, o cérebro de L equivalia a cinco organizações de detetives e sete agências de inteligência. Se alguém procurava saber como era L fisicamente, poderia se matar reduzindo as possibilidades de escolhê-lo alguma vez.
Não que L fosse tímido, apenas estava se protegendo. E se proteger significava a paz mundial. Assim, L operava por intermédio de outra pessoa, nesse caso, Naomi Misora, que com certeza deveria estar consciente que era o escudo de L. Ainda, Mello pensa que expressão tomou o rosto de Luxaky, quando Misora resolveu o caso.
16 de Agosto.
Ainda que Naomi queira ir diretamente ao lugar do segundo crime, em Downtown, na Terceira Avenida partindo da casa de Bridesmaid, tinha muitas coisas que revisar. Acabou deixando a ‘visita’ para o dia seguinte.
Haviam passado três dias depois da morte da terceira vítima, e baseando-se nos números, acredita que o seguinte assassinato ocorrerá daqui a quatro dias. Ou seja, quatro dias depois da terceira morte, sendo o dia seguinte, 17 de agosto. Sentia-se cada vez mais agoniada, por não saber como evitar.
Baseando-se na investigação de L, as famílias das vítimas pediram a Luxaky Luee que investigue o caso. E L pede que ela deixe ser ajudada por Luxaky.
A agente suspeita que L tenha tomado uma providência sobre Luxaky.
10 horas AM.
Em um beco escuro e intransitado, alguém tenta atacar Naomi Misora por trás com um taco*. Sabia que alguém estava a seguindo, assim se esquiva do ataque. Trata de golpear o agressor, mas falha. Quando fica frente a ele - esse carrega um taco em uma mão e um tubo enorme na outra. Outra vez, Naomi não esta carregando uma arma.
O agressor tenta golpeá-la com o tubo e ela tenta chutá-lo. Ambos falham.
Então, ele foge. A mulher decide não persegui-lo, porque correr não é uma de suas habilidades.
Tenta ligar para L, mas não consegue. Acredita que o ataque tem a ver com o caso, e decide chamar Raye para que lhe dê mais informações.
Como suspeitava, o agressor comprova que Misora não o seguiu.
Entra em um sedan que deixou estacionado.
Logo depois se desfaz do carro roubado, e larga os objetos no banco de trás. O objetivo ao atacar a mulher não era matar, apenas queria pôr à prova as qualidades de Naomi. E tinha consciência de que não conseguiria matá-la porque ela desviara dos golpes. Elogia L por deixar tal mulher a frente do caso.
Distancia-se com um sorriso cruel nos lábios; o culpado do caso dos assassinatos em série de Los Angeles, ou do caso boneco de palha.
Apartamento de Quarter Queen, número 605.
Luxaky dá as boas vindas a Naomi Misora, mas a repreende por chegar tarde.
O rapaz estava observando as roupas do guarda-roupa da garota, mas Naomi o proíbe quando Luxaky passa a mexer na gaveta de roupas íntimas. Acredita que ele seja um pervertido, não um detetive.
A mulher olha o ambiente, é menor que o quarto de Bridesmaid.
Um apartamento para um estudante. Por comoção, a mãe de Quarter mudou-se para a casa dos pais. Luxaky indica que obteve informações interessantes sobre várias pessoas e grande parte esta em um relatório policial.
A mãe estava viajando, e a primeira pessoa a descobrir o corpo foi um estudante que vivia na porta ao lado. A mãe só viu a filha no necrotério.
A agente observa as paredes onde estão pregados os bonecos de palha. E Luxaky começa a engatinhar. Misora nota a diferencia de móveis entre o quarto de Bridesmaid e o da garota; o quarto de Quarter era bem mais mobiliado - também por ter morado duas pessoas ali.
Acredita que o assassino tenha deixado outro enigma ali. Comprova que a fechadura da porta também possui uma trinca. Pergunta ao rapaz se há alguma forma de abrir a porta, mas ele diz que apenas com chave. Sugere algum objeto com agulha ou grampo como nos filmes de detetives; mas Luxaky diz com convicção que isso não funciona com essa porta.
Discutem como o assassino idealizou um quarto trancado, e por que razão.
Naomi Misora acredita que tudo não passa de um jogo e uma brincadeira do assassino, e Luxaky segue repetindo ‘por que razão, senhorita Misora?’.
Como não encontraram nenhuma relação ainda, não há respostas.
A agente retira do bolso as fotografias do segundo crime. Uma garota loira de óculos, deitada de barriga para abaixo, com a cabeça fraturada e os olhos retirados.
Os olhos foram retirados depois da morte, como as feridas de Bridesmaid.
Que tipo de pessoa seria capaz de fazer algo assim?
“Que terrível é assassinar uma criança.”
“Assassinar um adulto também é terrível, senhorita Misora. Não importa se matam um adulto, ou uma criança.”
Luxaky terminar de inspecionar o apartamento e afirma que não há nenhum objeto de valor. Naomi se surpreende, pois era exatamente isso que procurava. Luxaky opina que pode ser um roubo a conexão entre as vítimas.
Sugere fazer uma pausa e tomar café.
O rapaz vai à cozinha e a agente se senta, pensando no que era capaz que Luxaky aparecesse com um pote de geléia em mãos.
Ele volta com duas taças e uma bandeja, e a coloca em cima de uma mesa. Entrega uma taça a Naomi, e senta com ambos os pés na cadeira, os joelhos próximos ao peito.
Misora toma um gole do café e o cospe grunhindo. Luxaky a repreende, dizendo que não é bons modos cuspir, e como é uma mulher bonita, deveria cuidar de sua imagem e não cometer esses gestos terríveis.
Ela acusa que algo tão doce só pode ser veneno.
“Não é veneno. É açúcar.”
Observa sua taça, e comprova que é açúcar com café. Via o montinho arenoso derretido no líquido escuro.
 “Parecia que eu estava bebendo barro.”
“O barro não é tão doce.”
“Barro doce...”
A agente vê Luxaky sorver o café de uma forma peculiar - só havia visto alguém tomar um café tão doce e segurar pelo polegar e indicador a porcelana. E essa pessoa seria o próprio Luxaky. O gosto arenoso na boca parecia não querer desaparecer.
Ao vê-lo terminar, Misora pergunta sobre o caso e o mesmo responde que ontem à noite descobriu algo de suma importância. As iniciais das vitimas são iguais, tanto no nome quanto no sobrenome – Believe Bridesmaid, Quarter Queen, Backyard Bottomslash; BB, QQ, BB. A mulher se deprime por não haver feito tal descoberta antes.
Diz que uma em cada 26 pessoas corresponderia com nome e sobrenome de mesma inicial; já que são 26 letras no alfabeto. Naomi dúvida da lógica, mas prefere guardar a desconfiança pra si mesma.
Luxaky comenta que ele mesmo possui as iniciais iguais – Luxaky Lee.
“Ah, eu não percebi.”
Naomi Misora se sente estúpida, esperava que o homem lhe dissesse algo interessante, não que o próprio nome e sobrenome continham as mesmas iniciais.
Acredita que há alguma mensagem relacionada com o nome e sobrenome da terceira vítima. Recorda de algo que deveria estar - e não está mais, e passa a observar o que está no apartamento.
Luxaky sugere que deixem o segundo local e se encaminhem para a terceira vitima, a fim de buscar alguma pista que possa os ajudar. Mas a agente insiste que há algo no apartamento que possa ser importante para evitar o quarto assassinato.
Luxaky propõe então que Misora fique no apartamento de Quarter, e ele no de Bottomslash.
Naomi pega a pasta sobre o caso, dentro da bolsa, e entrega-a a Luxaky. Mostra as fotografias da cena da terceira vítima. Uma terrível vista de uma mulher de barriga pra cima, com o braço esquerdo e a perna direita amputadas, banhada em sangue. Ela comenta que a perna direita foi encontrada no banheiro, mas o braço esquerdo não foi encontrado.
Diz que vai passar a tarde inteira procurando, entre os dois apartamentos. Luxaky concorda e informa que em um dos armários há um álbum de fotos que deveria ser inspecionado, acaso fosse encontrado alguma prova. Misora aproveita, e vai ao banheiro enxaguar a boca pela terceira vez.
Fica em dúvida se liga ou não para L, mas teme que em um apartamento tão pequeno Luxaky seja capaz de ouvir toda a conversa.
Olha fixamente o próprio reflexo no espelho e raciocina nas letras e em quem realmente é L. Ninguém nunca viu L pessoalmente, e quando retorna a atenção ao espelho, uma idéia aflora.
A palavra espelho a faz pensar em diferentes coisas, quase opostas.
Sai atônita do banho, recorrendo por Luxaky, que estava olhando entretido o material do crime.
Pergunta a ela o que foi, e ela pede a fotografia da terceira vítima.
Pega as outras fotos e as junta. Nota que Bridesmaid e Backyhard estão de barriga pra cima; e somente Queen esta de barriga pra baixo. Há algo estranho para que o corpo de Quarter Queen esteja de barriga pra baixo.
Luxaky pede que Naomi deixe de pensar sobre isso e sugere que tente sentar como ele.
“Suas capacidades de dedução aumentarão em 40%. Por favor, tente.”
Prontamente nega; mas no final, acaba cedendo. É melhor sentar de tal modo, do que ficar de quatro no chão. E talvez, quem sabe, pudesse ajudá-la a relaxar.
Depois, se lamenta da escolha.
Voltando a mensagem de Quarter Queen de barriga pra baixo.
Ela comenta que, como as iniciais são QQ e não BB, isso poderia ser uma conexão perdida. Luxaky afirma que segundo suas iniciais, quem sabe morreu em um acidente; diferenciando das ambas vitimas de iniciais BB. Sem dúvida, Misora fala da pista da cena do primeiro crime, que denuncia o nome Quarter Queen.
9 dias, 4 dias, 9 dias, BB, QQ, BB, barriga pra cima, barriga pra baixo, barriga pra cima; métodos de assassinatos distintos.
Então, Misora percebe que as letras B e Q, são iguais se são voltadas, quando estão em minúsculas.
b e q.
Luxaky comenta que tal raciocínio pode ser o correto em 30% já que sempre as iniciais de um nome são escritas em letra maiúscula.
A agente passa a se sentir mal, ao imaginar estar incorreta; até que o rapaz fala da crueldade de matar uma criança é a mesma de matar um adulto. Passa a focar na palavra criança, pequeno.
Chega à conclusão de que o exemplo das letras minúsculas funcionaria, já que o assassino escolheu uma criança para sua vítima.
“Porque uma criança se refere à pequena. E por isso que foi tombada com a boca para baixo, isso quis dizer, ao contrário!”
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Another Note: Capítulo II

Luxaky
Um pouco sobre L; informação enviada para o mundo detetive.
Depois de WWII², têm existido três grandes detetives: L, Erald Coyle e Danuve, mesmo que todos sejam a mesma pessoa.
Mello descreve mais sobre L, sobre o nome Luxaky e o de Ryuga Hideki; e que o pseudônimo L significa o próprio nome de L. Faz referência ao forte laço que une Hideki ao seu nome verdadeiro.
O narrador pergunta-se se L conhecera o nome que fora escrito no Death Note para matá-lo.
Retorna ao Caso BB.
Na cozinha de Bridesmaid, sentados em um sofá caro, um em frente ao outro, estão Naomi Misora e Luxaky. 
A agente recebe uma identidade de Luxaky, que se apresenta como Luxaky Luee.
Passa a observar o rapaz a sua frente que está mordendo o polegar magro, sentado com os pés sobre o estofado, e com braços abraçando os joelhos próximos ao peito. Tal atitude faz Naomi se sentir muito adulta. Volta a olhar a identidade em suas mãos.
Detetive Luxaky Lee?
Ela pergunta a Luxaky se ele trabalha como detetive pessoal. O mesmo responde que não, que não é nem algo parecido e, que nem sequer tem uma licença. A partir dessa resposta, Misora gostaria de ter em mãos uma caneta, e com ela escreveria estúpido na identidade. Fez algo mais simples, como colocá-la em cima da mesa.
Pergunta ao rapaz se sabe o que está fazendo, ele apenas responde que está investigando como ela faz. A mulher acredita que esses olhos vermelhos, que não piscam uma só vez, são horripilantes.
Luxaky conta que começou sua investigação depois de ter recebido uma petição dos pais de Bridesmaid. A agente segue preocupada sobre o que o rapaz possa ter escutado da conversa entre ela e L. Naomi Misora imagina que, se puser a investigação em perigo, talvez estivesse em um sério problema com L.
Luxaky acredita que a mulher é um detetive particular, já que não carrega nenhuma identificação do FBI ou polícia, e nem esteja exercendo como tal.
Naomi conta que está procurando o assassino das três vítimas, e o rapaz consente dizendo que também está fazendo o mesmo.
“Então, podemos um ajudar ao outro.”
A agente pergunta se Luxaky encontrou algo debaixo da cama; respondeu que se escondeu quando ouviu alguém entrar na casa, e queria comprovar se o assassino iria recolher algo que tinha esquecido. Para a mulher, isso soou uma mentira, como quando lhe perguntou se gostaria de trabalhar com ela; como se fosse um pretexto para revelar no que ela trabalha.
“Senhor Luxaky, você também tem uma norma de confidencialidade, não é?”
“Pelo que eu saiba, não.”
“Se você é um detetive, é impossível que não tenha uma.”
“Ah... Pois então sim, eu tenho uma.”
Luxaky diz que sua prioridade é resolver o caso, mas não se importa de partilhar informações descobertas. Mesmo Misora rejeitando a tal ajuda, ele insiste que dá no mesmo quem tiver resolvido o caso.
A agente não para de raciocinar; o que ele estaria tramando?
Luxaky responde que a decisão poderia vir mais tarde, mas antes disso, entrega a ela um papel dobrado que estava guardado no bolso da calça jeans.
Misora pega o papel e o abre, se surpreende ao ver o conteúdo; o desafio resolvido.
“ISSO É?!”
“Oh... já o conhecia?”
“Ah... não... não me referia a isso...”
A mulher percebeu qual era a intenção de Luxaky ao mostrar o papel; esperava ver a reação dela ante o enigma que ninguém conseguira resolver – a não ser L. Confirmou as palavras de L, ao dizer o quão complexo era o desafio.
Luxaky avisa Naomi que talvez, pela resposta obtida no enigma exista uma mensagem dentro da casa. Tais palavras resultam numa Misora preocupada, agora tinha certeza de que o rapaz havia escutado sua conversa com L.
O rapaz se desculpa, salta do sofá e caminha até a cozinha. Abre a geladeira e retira um frasco, deixando a porta do refrigerador aberta e, volta a sentar no sofá. Carrega nas mãos um pote de geléia sabor morango. A agente pergunta o porquê da geléia; entenderia perfeitamente que pão com geléia é alimento, mas não só a geléia.
“É algo que eu escolhi, já que é hora de comer.”
Misora se assusta com os modos do rapaz; Luxaky introduzia as mãos diretamente no pote, e as retirava com geléia, logo as enfiando na boca.
“Hmmm, algo errado, senhorita Misora?”
“Seu gosto por comida é um pouco... estranho.”
“Verdade? Bom... eu imagino que são completamente normais. Quando quero usar a mente, tenho a necessidade de comer algo doce. E se quero realizar um bom trabalho, o melhor é a geléia. O açúcar é uma proteína excelente para o cérebro.”
“Ah, percebo...”
A mulher acredita que o necessário para o cérebro é um bom ânimo, não o açúcar.
E ainda compara o rapaz com Winnie the Pooh, com a diferença de que Luxaky não é um urso amarelo. Depois de imergir a mão na geléia pela quarta vez, Luxaky utiliza o pote como uma taça; sorvendo o liquido pelo borde do frasco.
Diz a Misora que há outro pote de geléia no refrigerador, mas a agente com seus bons modos educadamente rejeita. Enquanto lambe as mãos pegajosas, Luxaky pede que continuem falando sobre a investigação.
Agora, Mello explica a relação de Naomi Misora com o caso Kira e, como Kira descobre que ela trabalhou no caso BB. E que provavelmente, não a haveria matado desconhecendo isso.
Voltando ao quarto de Bridesmaid.
Luxaky engatinhava, inspecionando todo o ambiente como se fosse uma barata. Questiona o que Naomi tem, e porque não esta unida na peculiar forma de investigação. Mais uma vez, a agente nega, e diz que não está disposta a andar de quatro.
Rapidamente muda de assunto, supondo que não encontrariam mais nada já que a polícia havia inspecionado o ambiente cuidadosamente. O rapaz nega tal suposição. Logo, Misora pergunta como ele havia encontrado e resolvido o enigma.
“Isso não entra na norma de confidencialidade? Presumo que não estamos compartilhando informações, senhorita Misora.” Responde Luxaky.
Ela o ignora e quando pergunta sobre a foto do crime menciona que os cortes se assemelham com letras. Prontamente, o rapaz replica, afirmando que não são letras, e sim números romanos.
Os números são:
16, 59, 1423, 159, 13, 7, 582, 724, 1001, 51, 31.
Luxaky os enumera rapidamente, porém diz que até não ver a fotografia poderia estar equivocado. Diz que as porcentagens de acerto são uns 80%.
Conta que não sente segurança em tomar tais feridas como pistas deixadas pelo assassino, pois podem ser direções erradas.
Depois de uma longa explicação, Naomi Misora pede licença para ir ao banheiro retocar a maquilagem.
A agente recorre ao banheiro do segundo piso, e no celular, digita o número 5 para entrar em contato com L. Relata tudo sobre o estranho e misterioso detetive particular, a narração em torno da fotografia e que ele tem em mãos o complicado enigma.
Quando pergunta o que fazer a respeito de Luxaky, L questiona:
“É um bom detetive?”
“O quê?”
“Estou te perguntando se é um bom detetive.”
“Não! É o pior...”
Se Naomi Misora fosse uma alma penada, arrastaria o tal rapaz, e se tivesse que separar o mundo entre as pessoas que deveriam morrer das que não, Luxaky estaria no bloco das que deveriam. A afirmação tornou um L mudo.
Ao fim da conversa, L pede que a agente permita que Luxaky trabalhe com ela, mas vigie as atitudes do detetive particular.
Talvez pudesse ser de alguma ajuda. L questiona o paradeiro de Luxaky e Naomi responde que a ligação é feita no banheiro. L pede que volte e fique com Luxaky, e descubra se realmente o rapaz trabalha para os pais de Bridesmaid.
Quando Misora abre a porta do banheiro, Luxaky estava de pé, esperando-a. Deu a desculpa que tinha encontrado uma prova depois que ela saiu; mas como demorava a voltar, resolveu esperar junto à porta. A mulher ficou em dúvida se ele não estava querendo espiá-la. 
Enquanto caminham até o dormitório, Luxaky menciona que não ouviu nenhum ruído de água no momento em que ela deixou o banheiro e que poderia voltar e dar a descarga.
Ela conta que tratava de assuntos por telefone, o qual não queria que ele escutasse.
Luxaky responde que na próxima vez, ela dê descarga se não quiser ser descoberta.
Na habitação, Luxaky se coloca de quatro novamente e, recorre a uma estante. Informa que o que havia encontrado não era uma nova prova, mas a verdade daquela estante.
“Olha, um compartimento na estante, à direita; em que há 11 mangás de Akazukin Chacha³.”
“É, estou vendo... e?”
“É um dos mangás favoritos”
“Para quem?”
“Para mim.”
Luxaky pergunta se Naomi Misora é japonesa ou americana. Responde que seus pais eram japoneses, e que tem as duas nacionalidades, e que não vive no Japão desde que começara a ir ao instituto.
“Então você conhece o legendário mangá de Ayahana Mina, ainda mais que o anime foi muito bom, um dos melhores de...”
“Acredito que este não seja o momento nem o lugar para falar de anime ou mangá; conheço tudo de Ayahana Mina, mas, por favor, vá ao ponto. Não vejo nenhuma conexão entre Ayahana Mina e o nosso caso.”
“Bom, podemos falar da incrível versão do anime mais tarde então... Mas não percebe algo?”
A mulher não percebe nada demais. Não lhe parece estranho que Believe Bridesmaid possua o mangá original. Com certeza sabia ler Japonês, e de qualquer modo, é fácil obter o material original graças a Internet. Obviamente, algum fã o teria. Observa atentamente os onze volumes, mas não presta atenção no que Luxaky se refere.
“A mensagem do assassino se encontra aí, senhorita Misora. O volume 4 e o 9 não estão em nenhum lugar. Akazuki Chacha contém 13 volumes, mas só há 11.”
“Talvez tenha planejado comprá-los no futuro. Além do que, não é todo mundo que lê mangás em ordem.”
“Não acredito que exista alguém que goste de ler mangás que leia primeiro o volume 3 e em seguida o 5.”
“Mesmo que seja assim, não significa que o assassino escolheu os volumes que estão faltando. Talvez Bridesmaid os deixou com algum amigo.”
Luxaky nega tal suposição.
“Não há ninguém nesse mundo que queira ler somente os volumes 4 e 9. Não me importo em apostar geléia, se erro.”
“Você aposta uma geléia de morango, como aquela que acaba de comer... Se pode comprá-la por cinco dólares, não é?”
Ainda que Luxaky siga com suas teorias dos volumes desaparecidos, Naomi começa a perceber algo. Pergunta ao rapaz, se ele sabe quantas páginas contém cada volume, e surpreendentemente, lhe responde que o 4 contém 192 páginas, e o 9; 184.
Misora soma ambos os números e encontra um resultado de 376 páginas. A partir disso, começa a procurar na estante, um livro de 376 páginas. Encontra um livro de título “Sem Jogo Suficiente”, do autor Permit Winter.4
A agente inspeciona o livro e não encontra nada de suspeito. Pensa que o assassino escolheu os volumes de mangá e os substituiu pelo livro de Permit Winter. Algumas dúvidas a rondam; se a estante ficaria mais vazia se o livro de Permit tivesse sido trazido de outro lugar, ou se os mangás de Akazukin Chacha eram realmente de Bridesmaid.
Luxaky pede o livro e começa a lê-lo, segurando o livro entre o indicador e o polegar.
Termina de ler as 376 páginas em cinco minutos, e depois confirma que não há nada em particular que possa ajudar, exceto o número de páginas.
Misora pergunta novamente os números romanos e ele os repete. Acredita que os números romanos e o número de páginas têm alguma relação, mesmo que os romanos sejam superiores a 376.
“No caso do número 476, se deduz que é a soma de 376 mais cem. Assim, olhemos a página cem.”
Rapidamente, o rapaz folhea o livro e diz o que encontrou. Entrega o livro a Naomi e diz que a primeira palavra coincide com o número.
Números:
16, 54, 1423, 159, 13, 7, 582, 724, 1001, 40, 51, 31. (No caso do número 1423, subtrai 376 três vezes para conseguir 295, etc.)
Letras na página que coincidem:
Q-U-T-R-T-E-A-E-T-E-E-N
Ainda que pareça similar ao nome da segunda vítima, quatro letras eram incorretas.
Luxaky declara que desde que a terceira letra era incorreta essa não era a mensagem do assassino, no máximo, era uma coincidência.
Naomi está em desacordo e diz que todas as letras incorretas coincidiam com todos os números superiores a 376.
Primeiro olhou atentamente. E percebeu que se eles houvessem olhado a quarta letra, se dariam conta que passava quatro vezes o numero 376 (376+376+376+376+4). Significava que a letra correspondente era A. E assim, para o número 582, a segunda letra seria R...
Ao final podia se ler claramente “Quarter Queen”. Havia comprovado que o assassino deixou uma mensagem, como no caso do crucigrama.
“Bom trabalho Misora. Foi uma perfeita dedução, meus sinceros parabéns. Não creio que consigo competir com você.”
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